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  • Primeira Igreja Batista de Balneário Camboriú

A Antessala do trono

Se as pessoas pudessem imaginar a beleza e a importância do Apocalipse, pediriam a Deus para nascer com ele impresso nas palmas das suas mãos. Mas, como o desenho das nossas mãos já está definido desde antes da fundação do mundo, Ele providenciou outros meios, igualmente garantidos, para que o seu conteúdo chegasse ao nosso conhecimento, fazendo deste livro uma fonte de delícias espirituais, portadoras da alegria e da renovação das nossas esperanças.


A igreja daquela época vivia um período de intensa perseguição, com a prática do que ficou conhecido como “o circo dos horrores”, cujo espetáculo eram os cristãos, lançados na arena do Coliseu, para serem devorados por leões famintos.


Foi nesse momento difícil que aconteceu o arrebatamento de João, já bem velhinho e preso na ilha de Patmos, por pregar o evangelho (Ap.1.9) O apóstolo conta “Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta, ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas”. (Ap 4.1)


Qual o propósito de Deus com tudo isso?


O Senhor queria que o apóstolo vivesse algo tão sobrenatural, que ao narrar para os irmãos, causasse um impacto capaz de renovar as suas esperanças, quase esgotadas face a tanto sofrimento. Eles precisavam de um consolo que só o Pai podia dar, e a comprovação de que Ele, o Senhor, estava no controle de todas as coisas.


João não foi proibido de registrar o que viu, pelo contrário, recebeu a incumbência de ser o portador da maior mensagem de esperança feita por Deus ao seu povo, pois o fato de sabermos como é o céu, muda completamente o nosso modo de ver a terra.


O discípulo amado não foi ao céu em carne e osso, mas em espírito, pois carne e sangue não entram no céu. O espírito vivo que habitava nele, se desligou do seu corpo físico – que ficou aqui na terra – e ele foi ao encontro de Jesus, como está escrito: ”Imediatamente eu me achei em espírito...”(Ap 4.2)


O que o apóstolo teve do céu, em todo o seu esplendor, foi uma visão espiritual, por isso as descrições que ele faz são espirituais e não literais. O céu é indescritível! Não há linguagem humana para descreve-lo, e o recurso que João usou foi dizer, em todas as suas visões, que “viu algo semelhante a”, apenas por aproximação.


Ler e estudar o Apocalipse é como caminhar com os pés de João e enxergar através dos seus olhos, estar no seu lugar, recebendo de Jesus toda aquela maravilhosa revelação. O Apocalipse, é indescritível porque revela o céu, é único porque foi escrito por Deus e é grande, porque não há espaço para expô-lo na sua totalidade!


Os cristãos da Igreja perseguida, em função do sofrimento que viviam, foram os primeiros a entender que ver o céu muda o modo como vemos a terra, mas esta mensagem é dirigida também à Igreja do Senhor, em todos os tempos, inclusive nós, nos dias atuais, graças à preservação das Escrituras Sagradas, através dos séculos.


A primeira pergunta que surge diante deste cenário é:

Como a igreja, uma instituição tão frágil, sem armas, sem líderes influentes, formada por pessoas humildes, uma típica igreja de pescadores, pôde resistir e até vencer o maior império já existente na terra? E, como se não fosse o suficiente, como conseguiu ser a instituição mais duradoura que este mundo já viu? Mas, a melhor pergunta de todas é:

Quem é o Deus que a sustenta por todos os lados o tempo todo?

DEUS ABENÇOE O BRASIL!

Rosa Helena R. de Camargo

Revisão: Ana Paula Van Moorsel

Ref. Bíblicas: Bíblia S. Almeida Revista e Atualizada – Rev. Leandro Lima, I.P.S.A - Bíblia de Estudos de Charles Spurgeon –

Comentário Bíblico do Novo Testamento, F.B. Meyer.

B.C. 01/09/2020

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